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Wilson Lima tem recurso negado pelo STJ e segue como réu pela compra de ventiladores pulmonares superfaturados

Foto: Reprodução/Redes Sociais
O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), continua sendo investigado pela compra de ventiladores pulmonares superfaturados importados por uma loja de vinhos em Manaus, que causou uma das maiores polêmicas da administração pública do estado, com ênfase no contexto da pandemia da Covid-19.

Isso porque, por unanimidade, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu rejeitar o recurso apresentado pela defesa de Wilson Lima, e o vice Carlos Almeida Filho, mantendo os dois políticos como réus pelo crime contra a ordem administrativa na Ação Penal nº 993/DF.

Ambos são investigados em um processo sobre compra de 28 respiradores pulmonares de uma loja de vinhos, na época em que o Amazonas vivia o ápice de casos de Covid-19, e faltava, equipamentos, leitos e até mesmo pagamento de profissionais da saúde.

Além do governador e do vice, os ex-secretários da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES AM) Rodrigo Tobias e João Paulo Marques; bem como o ex-secretário executivo adjunto do Fundo Estadual de Saúde, Perseverando Garcia Filho, ex-secretária executiva de Saúde, Dayana Mejia; a ex-gerente de compras Alcineide Pinheiro; e nomes como: Ronald Gonçalo Caldas, Gutemberg Alencar, Fábio José Antunes Passos e Cristiano Cordeiro, devem responder pelos crimes de dispensa indevida de licitação e fraude.

A denúncia da subprocuradora-geral da República Lindora Araújo, deu origem as investigações, e na época, a PGR acusou o grupo de compor uma suposta organização criminosa “tinha por propósito a prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente a partir do direcionamento de contratações de insumos para enfrentamento da pandemia”.

O governador é acusado de exercer o comando dessa organização criminosa voltada à prática de crimes diversos, sobretudo dispensa indevida de licitação, fraude à licitação e peculato.

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