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Casos de Covid-19 apresentam estabilidade no Amazonas

 

Foto: Rafaela Feliciano - Metrópoles

O estado do Amazonas atingiu estabilidade no número diário de óbitos por Covid-19. Em janeiro deste ano, a região enfrentou um grande colapso no sistema de saúde, com falta de oxigênio, alta ocupação de leitos e transmissão da variante P.1 do coronavírus. Agora, o cenário é mais otimista — apesar de ainda exigir alerta das autoridades.

Em fevereiro de 2021, a capital do estado, Manaus, enfrentou o pior índice de média móvel de óbitos: 116. O mês com maior média móvel de novos casos foi janeiro, com 1.664. Após o avanço da vacinação, no dia 1º/7, a média móvel de mortes ficou em 1, e a de casos ficou em 330. Os dados são do Consórcio de Veículos de Imprensa*.

Dados da Fundação Vigilância em Saúde do Amazonas mostram que a capital do estado chegou a ter dias sem nenhuma morte registrada. No dia 22 de junho, a cidade não teve nenhum óbito ou enterro de vítimas da Covid-19. A última vez que o número havia sido atingido foi em novembro de 2020.

Apesar da redução, o estado ainda conta com um grande número de novos casos confirmados diariamente. No dia 1º/7, o número de infecções detectadas foi de 665.


Vacinação

De acordo com o Consórcio de Veículos de Imprensa, 1,4 milhão de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no Amazonas. O dado equivale a 35,01% do público da região. O número de pessoas imunizadas com a segunda dose no estado é de 547,5 mil, o que representa 13,01% da população local.

Vale ressaltar que a eficácia completa dos imunizantes só é atingida após a administração das duas doses — no caso de vacinas que assim exigem.

Em Manaus, a prefeitura e o governo estadual realizaram, entre os dias 29 e 30 de junho, o mutirão Vacina Amazonas, que promoveu imunização de pessoas com 27 anos de idade ou mais durante 24 horas, sem interrupções. Esse foi o quinto mutirão da campanha realizado no estado — o segundo em Manaus.

Atualmente, o Brasil utiliza quatro vacinas contra a Covid-19: Pfizer, AstraZeneca (produzida pela Fundação Oswaldo Cruz), Coronavac (produzida pelo Instituto Butantan), e Janssen.




Fonte: Metrópoles

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