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Homem que se passava por menina em redes sociais é indiciado por estupro virtual e pornografia infantil

Foto: Reprodução


A Polícia Civil do Distrito Federal decidiu indiciar o homem preso no último dia 21 de julho, acusado de se passar por uma garota nas redes sociais e pedir fotos nuas de crianças e adolescentes. O indivíduo irá responder por estupro virtual e pornografia infantil, casos onde a pena varia entre 20 a 41 anos. O criminoso de 23 anos, cuja identidade ainda não foi revelada, foi capturado em Teresina, no Piauí, e logo em seguida trazido para Brasília, onde está preso.

De acordo com a delegada Ágatha Braga, da 13ª DP, o modo de operação dele era através de um perfil falso, no qual chegou a ter 1200 seguidores, se passando por uma garota de 14 anos com o nome de Luíza Emanuelly. Através da conta nas redes sociais, ele aliciava os menores, todos meninos entre 8 e 15 anos. Em um dos casos, depois de ser bloqueado, o homem divulgou as imagens íntimas dos jovens para pessoas próximas a eles. No interrogatório, o criminoso disse que a motivação do uso das imagens era para venda, mas ainda não foram encontradas negociações a respeito deste conteúdo.

Após as investigações com o celular do homem, descobriu-se que eram mais de 100 vítimas, espalhadas por 18 estados brasileiros. Entre as localidades, Santa Catarina foi onde o indivíduo mais agiu, somando 22 casos, seguido por São Paulo com 15 e Paraná com 14. O Distrito Federal, por sua vez, tem 4 vítimas.

Ainda segundo a delegada, as investigações se estendem desde março, após uma mãe estranhar a conversa entre seu filho e o bandido e levar o caso para as autoridades da região. O inquérito da Polícia Civil foi encerrado na última quinta-feira, dia 29, e agora está nas mãos do judiciário.









Fonte: Jornal de Brasília

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