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Após 2 meses, mulher descobre que vizinho estava morto no apartamento

 

Reprodução/Redes sociais

A jovem Reagan Baylee contou no TikTok, na última sexta-feira (15/10), que demorou oito semanas para descobrir que o vizinho estava morto dentro de seu apartamento, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

“Eu dormi a um metro de um vizinho morto há oito semanas durante a quarentena. Gostaria que fosse mentira”, disse no vídeo.

Em maio de 2020, Raegan contou que começou a sentir um cheiro desagradável semelhante a peixe morto no complexo em que mora. “Estava tendo dores de cabeça, não estava dormindo durante a noite, estava enjoada”, afirmou ao The Mirror. No entanto, ela atribuiu esses sintomas à quarentena, acreditando estar deprimida por conta da situação.

O cenário mudou após Raegan notar um aumento no número de insetos em seu apartamento. Ela ligou para a síndica, que afirmou que não poderia ir ao local em função da pandemia.

“Eu sentia que havia algo seriamente errado e o mau cheiro piorou porque estava ventando muito”, descreve. “Mas, lembre-se estava no meio da pandemia e estávamos em casa 24 horas por dia, sete dias por semana, então acabei me acostumando com o cheiro.”

Preocupada com a situação, Raegan ligou para o namorado para ter uma segunda opinião. Ao chegar ao local, ele também começou a sentir náusea e problemas para dormir. Ela voltou a reclamar com a síndica, que continuou a dizer que não poderia fazer nada e resolveu conversar com vizinhos.

“A síndica ficou bem incomodada comigo porque eu estava perturbando os vizinhos e eles me deram um aviso de que eu não poderia continuar assediando pessoas no prédio”, disse.

Alguns dias depois, ela conseguiu fazer com que o zelador checasse a situação, mas ele não conseguia subir as escadas por conta do mau cheiro. “Ele não conseguia subir os degraus sem começar a vomitar. Ele tirou sua máscara e disse: ‘Vou pegar a chave-mestra, alguém está morto'”, afirmou.

O zelador, entretanto, não voltou, e Reagan resolveu ligar para a polícia. Ela contou que, inicialmente, os policiais ameaçaram atirar caso o homem não abrisse a porta, até que um dos agentes pediu para que verificassem se não estava destrancada.

“O policial vira a maçaneta e abre cerca de um centímetro da porta. O tanto de insetos que saiu do apartamento, parecia algo como mil, milhares deles, voando do local.”

Raegan afirma que os policiais vomitavam no corrimão e que disseram que aquele era o corpo na pior condição de decomposição que já tinham visto. “Não vou entrar nos detalhes, mas vamos apenas dizer que ele estava em estado líquido e era basicamente um esqueleto”, explica.



Metrópoles*

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