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Cemitério São João Batista é entregue à população reformado

 

O prefeito de Manaus, David Almeida e o titular da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), Sabá Reis, entregaram, nesta quarta-feira, 30/3, o cemitério São João Batista, após reformado, localizado na avenida Álvaro Maia, bairro Nossa Senhora das Graças, zona Centro-Sul de Manaus. Até o final do mês de abril, os restantes dos cemitérios serão entregues pela Prefeitura de Manaus.

A Semulsp realizou reforma no anexo de serviços e da manutenção, na capela, na administração e no muro do cemitério. A restauração da escultura do São João Batista foi realizada pela artista plástica Rosa dos Anjos. Além disso, um novo refeitório foi construído pela prefeitura de Manaus.

O prefeito David Almeida destacou que recuperar espaços públicos assim como o cemitério São João Batista é algo histórico para a cidade de Manaus.

“Aqui tem muito sentimento dentro de cemitério. Tem milhares de pessoas sepultadas aqui, a história do Amazoans está aqui, parte da minha história está aqui e cuidar disso faz parte de toda administração da prefeitura. Eu agradeço ao Sabá aue tem sido um gigante neste trabalho. Esse aqui é o principal cemitério da cidade, muitas pessoas passam e não percebem, mas nós cuidamos de tudo, sem esquecer daqueles que se foram”, declarou Almeida.


Para Sabá Reis, que realiza a entrega da última obra como secretário da Semulsp, é muito gratificante ter feito parte das reformas dos campos-santos.

“Esse é o início da entrega de todos os cemitérios. Eles foram transformados, porque estavam abandonados e indignos de nossa população. E hoje, aqui no São João Batista, que é um cemitério tradicional, estou tendo a alegria de entregar a obra, porque eu escolhi a Semulsp muito por conta dos cemitérios”, declarou Reis.


No espaço foi feito algumas homenagens com banner contando a história de algumas pessoas que foram sepultadas no campo-santo. Além disso, um culto ecumênico foi realizado no local com a presença dos padres Danival e Daniel, além do frei Paulo e pastor Disraeli Almeida.

Texto: Rebeca Mota/ Semulsp

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