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Quase 2 toneladas de carne suína imprópria são apreendidas em Manaus

Foto: divulgação

Mais de 1,9 toneladas de carne suína de procedência desconhecida foram apreendidas nesta semana em um estabelecimento na Avenida Autaz Mirim, no bairro São José, zona leste de Manaus.

Uma equipe da Gerência de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Gipoa) encontrou os produtos armazenados em uma câmara fria e eles seriam usados para a produção de linguiça, combinados com ingredientes vencidos para disfarçar o aspecto deteriorado. 

Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) interditou o estabelecimento que possui o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e aplicou os autos de infração e apreensão. O proprietário do estabelecimento tem 30 dias para apresentar a defesa junto à Adaf, garantindo a segurança sanitária dos alimentos comercializados no local.

Participaram da fiscalização e apreensão, um médico veterinário, um auxiliar de fiscalização agropecuária e um técnico de fiscalização agropecuária que destinaram a carga para o aterro sanitário para a devida destruição.

A Adaf alerta que qualquer produto de origem animal que seja comercializado sem os padrões higiênicos sanitários apresenta risco de infecções ou até de dano irreversível. A agência conta com o AdafOuv, canal de atendimento para recebimento de denúncias relativas a estabelecimentos clandestinos ou que estejam comercializando produtos de procedência duvidosa.

Qualquer pessoa pode ainda entrar em contato por meio do (92) 99380-9174 (ligação e WhatsApp).

Mais de 1,9 toneladas de carne suína de procedência desconhecida foram apreendidas nesta semana em um estabelecimento na Avenida Autaz Mirim, no bairro São José, zona leste de Manaus.

Uma equipe da Gerência de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Gipoa) encontrou os produtos armazenados em uma câmara fria e eles seriam usados para a produção de linguiça, combinados com ingredientes vencidos para disfarçar o aspecto deteriorado.

Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) interditou o estabelecimento que possui o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e aplicou os autos de infração e apreensão. O proprietário do estabelecimento tem 30 dias para apresentar a defesa junto à Adaf, garantindo a segurança sanitária dos alimentos comercializados no local.

Participaram da fiscalização e apreensão, um médico veterinário, um auxiliar de fiscalização agropecuária e um técnico de fiscalização agropecuária que destinaram a carga para o aterro sanitário para a devida destruição.

A Adaf alerta que qualquer produto de origem animal que seja comercializado sem os padrões higiênicos sanitários apresenta risco de infecções ou até de dano irreversível. A agência conta com o AdafOuv, canal de atendimento para recebimento de denúncias relativas a estabelecimentos clandestinos ou que estejam comercializando produtos de procedência duvidosa.

Qualquer pessoa pode ainda entrar em contato por meio do (92) 99380-9174 (ligação e WhatsApp).


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