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Vibrador é entregue com mensagem ameaçadora a presidente de associação

 

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Combativa e autora de uma série de denúncias envolvendo supostas irregularidades no setor, a presidente da Associação das Empresas Funerárias do DF, Tânia Batista da Silva, recebeu uma “encomenda” com ofensas e ameaças. Dentro de uma caixa de papelão, havia um bilhete onde ela era xingada de “vagabunda” e que “deveria procurar um macho que a saciasse”. Além das injúrias no papel, a caixa ainda guardava um vibrador de borracha.

Segundo Tânia, as ameaças teriam começado após ela denunciar algumas funerárias que supostamente não cumpririam a lei. “Mesmo trabalhando errado, algumas dessas empresas são beneficiadas. Como nosso serviço é essencial, denunciei ao Ministério do Trabalho, casos de funerárias que não estão sendo reguladas pela administração pública, como prega o Artigo 175 da Constituição”, explicou.

Irregularidades envolvendo o emprego de funcionários sem carteira assinada também foram denunciadas pela presidente da associação. “Ficaram com tanta raiva que passaram a me amedrontar com ameaças, mas eu jamais vou compactuar com quem trabalha à margem da lei”, disse.

“Bomba negra”

No dia em que recebeu a caixa apócrifa, Tânia, que também é proprietária de uma funerária, estava de plantão em sua empresa. Quando o objeto foi deixado na porta, um empregado da empresa a pegou. “Até brinquei com o meu agente funerário que não devia abrir pois poderia ser um bomba. O funcionário abriu e disse que era uma bomba sim, mas negra”, brincou, fazendo menção à cor do vibrador.

A empresária ainda revelou que passou a receber telefonemas de números desconhecidos que passaram a ameaçá-la. “Passaram a dizer que eu deveria usar o consolo e calar a boca, pois eu estava muito estressada e precisaria de ajuda para relaxar”, disse.




Metrópoles*

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