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Tite deve definir nesta segunda-feira os titulares para estreia contra a Sérvia

Foto: Reprodução/Isabella Bonotto/AFP.

O técnico da Seleção Brasileira pretende utilizar, nesta segunda-feira, pela primeira vez desde o início da Copa do Catar, os 11 titulares que fazem a estreia contra a Sérvia, nesta quinta-feira (24), às 16 horas. Considerando a data de apresentação, dia 14 de novembro, nenhuma seleção treinou tanto quanto a nossa. 

Tite já possui uma base bem definida e pelo menos dois sistemas de jogo favoritos – com dois alas ou meia ao lado de Casemiro, mas tem prolongado ao máximo a definição do time. A especulação é que o mistério termine nesta segunda-feira. 

Para a estreia, a ideia do treinador é posicionar os jogadores numa linha defensiva de cinco atletas, já que a Sérvia atua com três zagueiros e dois alas. Tite também simulou  dois atacantes de área e um pela esquerda, mais avançado, reproduzindo a dupla  Mitrovic e Vlahovic, mais o meia-esquerda Kostic.

Nos últimos cinco treinos em Turim e trabalho em Doha, Tite deu prioridade ao trabalho com pontas abertos e Lucas Paquetá mais centralizado, mesma área de Fred e Bruno Guimarães. 

Panorama

Na defesa, a previsão é que Alisson permaneça titular. Passando para as laterais, é provável que Danilo e Alex Sandro sejam confirmados, para maior consistência na marcação em cima da dupla da Juventus. Por fora correm ainda Alex Telles e Daniel Alves, bem avaliados nos últimos trabalhos com bola. 

A zaga brasileira é praticamente a mesma de todo o ciclo da Copa, com Marquinhos e Thiago Silva. À frente da defesa, Casemiro pode aparecer como primeiro homem, mas outros três correm por fora. Fred jogou algumas partidas das eliminatórias e dois amistosos, no entanto, Tite deve privilegiar a ofensividade, o que favorece a entrada de Bruno Guimarães e a alternativa de Lucas Paquetá.  

No ataque, as definições aparentemente são mais claras. Se Tite resolver manter o histórico de trabalho, Vini Jr pode entrar pela esquerda, enquanto Neymar vem por trás dos atacantes. Richarlison é o camisa 9, e Raphinha, opção em bola parada, surge na ponta-direita. 

“Com Vinicius ou Paquetá temos de nos adaptar com quem está na nossa frente. O Paquetá tem mais posse de bola, o Vinicius é mais agudo, ataca mais. Então, obviamente, com o Vinicius eu tenho que ficar mais para poder dar espaço para ele atacar, e com Paquetá posso atacar mais, jogando com ele pelo lado”, analisa Alex Sandro, que reforçou não saber se começa jogando.

Com informações do O Liberal*

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