Discussões anteriores entre vítima e vizinho antecederam assassinato no bairro Betânia
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| Foto: reprodução |
As imagens teriam sido registradas no dia 18 deste mês, cerca de dez dias antes do homicídio, e mostram uma discussão intensa entre Alana e o suspeito, identificado como Emerson, que acaba evoluindo para agressões físicas. O conteúdo viralizou após a morte da jovem e passou a integrar as apurações policiais.
Segundo a Polícia Civil, o vídeo confirma que os desentendimentos entre os dois não eram recentes. De acordo com o delegado George Gomes, responsável pelo caso, o crime foi o desfecho de uma sequência de brigas e ameaças mútuas. Ainda conforme a investigação, na própria manhã do dia do assassinato, vítima e suspeito teriam se envolvido em mais uma discussão.
No fim da tarde, o vigilante teria decidido ir até Alana portando uma arma de fogo. Durante o encontro, ocorrido em via pública, ele efetuou um único disparo que atingiu o rosto da jovem, que morreu no local. O crime causou comoção entre moradores da área residencial.
Após o ocorrido, o suspeito se apresentou espontaneamente à polícia e confessou o homicídio. Ele foi conduzido à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. A arma utilizada foi apreendida e será submetida à perícia, assim como outros vestígios coletados no local.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) segue ouvindo testemunhas e analisando imagens para esclarecer todos os detalhes da motivação e da dinâmica do crime. Embora a rixa antiga seja apontada como fator determinante, a polícia afirma que todas as circunstâncias ainda estão sendo apuradas.
Alana Arruda Pereira era mãe de uma criança de 4 anos e trabalhava na área de estética, atuando com serviços de unhas e cílios. A morte da jovem gerou forte repercussão no bairro Betânia, onde familiares, amigos e moradores cobram justiça e mais medidas de prevenção para evitar tragédias semelhantes.

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