Interesse de empresas do Brasil pela Venezuela cresce após Maduro cair
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| Arte: Gabriel Lucas/Metrópoles |
Desde então, algumas empresas buscaram o Ministério das Relações Exteriores, bem como a embaixada da Venezuela em Brasília, e a representação brasileira em Caracas, para mais informações sobre a possibilidade de passarem a atuar ou, em alguns casos, retomar as atividades no país caribenho.
O interesse partiu, principalmente, de empresas do ramo de óleo e gás, agricultura, construção civil e do de sistema financeiro. Entre as companhias que buscaram conversas sobre essa possibilidade, a reportagem apurou que a J&F, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, a Maha Energy e a Alvorada Petróleo, são algumas delas.
O interesse, avaliam diplomatas, seria motivado pelas mudanças implementadas pelos Estados Unidos no país. Com a captura de Maduro, uma nova liderança foi anunciada para o governo da Venezuela e as sanções impostas por Washington ao país começaram a ser revertidas.
Dessa forma, o mercado venezuelano passa a ser visto como uma opção para empresas brasileiras.
O movimento é visto com bons olhos pelo Itamaraty. Para fontes diplomáticas consultadas pela reportagem, é benéfico que a Venezuela volte a atrair mercados e retome sua atividade econômica, pois contribui para a estabilidade na região.
Por outro lado, há o receio sob as condições em que esses negócios são feitos, já que ainda é incerto como tem sido a atuação americana na economia venezuelana.
*Metrópoles

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