Professor esfaqueado nove vezes em Manaus relata fortes dores e dificuldade para mexer a perna - Mix de Notícias

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Professor esfaqueado nove vezes em Manaus relata fortes dores e dificuldade para mexer a perna

Foto: reprodução/ FM
O professor Vinícius Siqueira Figueiredo, de 23 anos, segue sob acompanhamento médico após ser esfaqueado nove vezes durante uma aula particular em um centro de reforço escolar no bairro Nossa Senhora das Graças, na zona Centro-Sul de Manaus. Após o ataque, o educador relatou fortes dores nas costas e dificuldade para movimentar a perna direita.

Em entrevista ao portal Fatos Marcantes, Vinícius informou que aguarda o resultado de exames para verificar a gravidade dos ferimentos e saber se será necessário passar por cirurgia.

O ataque aconteceu na manhã desta quinta-feira (27), enquanto o professor ministrava uma aula para um adolescente de 15 anos. Segundo Vinícius, aquele era apenas o terceiro encontro entre os dois.

O professor contou que o estudante costumava apresentar comportamento inquieto durante as aulas e frequentemente caminhava pela sala. Apesar disso, afirmou que não percebeu nenhum sinal que pudesse indicar que seria atacado.

“Era a terceira aula com ele e o aluno não ficava parado, estava sempre andando pela sala”, relatou o educador.

Defesa aponta possível relação com nota baixa

Segundo os advogados que representam Vinícius, o ataque teria ocorrido após o adolescente demonstrar insatisfação com a nota obtida em uma avaliação. A informação foi apresentada pela defesa da vítima e ainda deverá ser esclarecida durante a investigação.

Os detalhes sobre a possível motivação foram divulgados durante entrevista concedida à imprensa nesta quinta-feira (27).

Professor aguarda resultado de exame

Por causa das nove perfurações, Vinícius permanece recebendo atendimento médico. Além das dores nas costas, ele afirmou estar com dificuldade para movimentar a perna direita.

O resultado dos exames deverá apontar a extensão das lesões e definir se o professor precisará ser submetido a uma cirurgia.

Como o suspeito é adolescente, o caso será conduzido de acordo com as normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A identidade do estudante não pode ser divulgada.


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