Promotora de Justiça do Amazonas morre afogada na Bahia durante congresso nacional - Mix de Notícias

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Promotora de Justiça do Amazonas morre afogada na Bahia durante congresso nacional

Foto: reprodução/ redes sociais
A promotora de Justiça Marlinda Maria Dutra de Oliveira, de 58 anos, morreu após se afogar na Praia do Forte, na Bahia. Ela estava no estado para participar do 3º Congresso Conamp Mulher, evento nacional voltado ao debate e à valorização da atuação das mulheres no Ministério Público. Uma amiga que também estava no local foi resgatada com vida.

Marlinda era integrante do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) e estava à frente da 41ª Promotoria de Justiça Especializada em Fazenda Pública, em Manaus. Ao longo da carreira, atuou tanto na capital quanto no interior do estado, com destaque para a defesa da sociedade e o fortalecimento da atuação do Ministério Público amazonense.

Em nota de pesar, o MPAM lamentou profundamente a morte da promotora e destacou a trajetória profissional construída com dedicação ao serviço público, compromisso com a Justiça e atenção às demandas da população.

A instituição também ressaltou que Marlinda deixa como legado o exemplo de uma profissional presente, firme e comprometida com suas atribuições. Colegas e servidores que conviveram com a promotora também foram lembrados na manifestação de pesar.

Além da trajetória no Ministério Público, Marlinda era mãe, filha, esposa e amiga. O MPAM destacou ainda a forma como ela conciliava a dedicação à família com o compromisso diário com o serviço público.

Velório em Manaus

O corpo da promotora de Justiça está sendo trazido para Manaus, onde será realizado o velório. A instituição informou que se solidariza com os familiares, especialmente os filhos, amigos, colegas de trabalho e demais pessoas que conviveram com Marlinda.

A promotora participava do congresso nacional em Salvador quando ocorreu o acidente. A morte causou comoção entre integrantes do Ministério Público e pessoas que acompanhavam sua trajetória profissional no Amazonas.

Em sua manifestação, o MPAM reconheceu os serviços prestados por Marlinda à sociedade amazonense e destacou que sua memória permanecerá entre aqueles que tiveram a oportunidade de compartilhar sua caminhada pessoal e profissional.

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