Manaus ferve! Capital bate recorde de calor em 2026 e chega a 38,6°C - Mix de Notícias

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Manaus ferve! Capital bate recorde de calor em 2026 e chega a 38,6°C

Foto: Patrícia Trigueiro/ Mix de Notícias 
Manaus registrou nesta terça-feira (22) a maior temperatura do ano. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros chegaram a 38,6°C, por volta das 15h.

Essa foi a primeira vez em 2026 que a capital amazonense ultrapassou os 38°C. O registro também superou o recorde anterior do ano, de 37,6°C, marcado em 1º de setembro.

Antes disso, Manaus havia alcançado 37,3°C em 31 de agosto e 37,1°C em 25 de agosto.

Apesar do novo recorde anual, a temperatura desta terça ainda ficou abaixo da maior já registrada na capital. Em 10 de outubro de 2023, os termômetros chegaram aos 40°C, de acordo com o Inmet.

Maiores temperaturas de 2026

  • 22 de setembro: 38,6°C
  • 1º de setembro: 37,6°C
  • 31 de agosto: 37,3°C
  • 25 de agosto: 37,1°C
  • 26 de agosto: 36,9°C
  • 11 de agosto: 36,3°C
  • 10 de agosto: 36,2°C

Calor exige cuidados

Durante períodos de temperaturas elevadas, a recomendação é aumentar a ingestão de água, mesmo sem sentir sede, além de optar por refeições leves e roupas claras, leves e folgadas.

Também é importante evitar exposição prolongada ao sol, principalmente nos horários mais quentes. O uso de protetor solar, chapéu, boné ou sombrinha ajuda a reduzir os efeitos da exposição.

Condições climáticas favorecem altas temperaturas

As temperaturas elevadas em Manaus estão relacionadas a fatores climáticos e às características urbanas da cidade. Entre eles estão o clima equatorial, a redução das chuvas e da nebulosidade e a maior incidência de radiação solar.

A presença de asfalto e concreto, além da menor cobertura de áreas verdes em determinados pontos da capital, também favorece a retenção de calor.

O chamado verão amazônico, período normalmente mais seco entre julho e novembro, é marcado pela redução das chuvas e pelo aumento da incidência solar. Esse cenário pode contribuir para uma estiagem mais intensa, elevando também os riscos de queimadas e impactos relacionados à vazante dos rios.

No Amazonas, a redução do nível dos rios pode afetar o transporte e atividades que dependem diretamente dos cursos d’água.


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