Mãe e irmão de Djidja Cardoso viralizam ao aparecerem recarregando tornozeleira eletrônica - Mix de Notícias

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Mãe e irmão de Djidja Cardoso viralizam ao aparecerem recarregando tornozeleira eletrônica

Foto: reprodução/ redes sociais 
Um vídeo publicado nas redes sociais pela mãe e pelo irmão de Djidja Cardoso está dividindo opiniões. Nas imagens, Cleusimar Cardoso e Ademar Farias Cardoso Neto aparecem colocando a tornozeleira eletrônica para carregar, em uma gravação acompanhada de música e frases em tom de brincadeira.

Na legenda da publicação, os dois escreveram: “O segredo é aceitar que dói menos”. Já no vídeo, a frase escolhida foi: “Quando a TNZ e o iPhone que lute para ser carregado”.

A gravação ganhou repercussão justamente pelo tom descontraído ao mostrar o carregamento do equipamento de monitoramento eletrônico, que passou a fazer parte da rotina dos dois após a progressão para o regime semiaberto. A publicação provocou diferentes reações nas redes sociais, entre comentários bem-humorados e críticas à forma como a situação foi apresentada.

A repercussão ocorre após a Justiça do Amazonas conceder, nesta sexta-feira (23), a progressão de regime de Ademar, que deixou o fechado para cumprir pena no semiaberto. A decisão foi assinada pela juíza Sabrina Cumba Ferreira, da 1ª Vara de Execução Penal de Manaus.

Ademar cumpre pena de 10 anos e 11 meses por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A mudança de regime foi autorizada após o reconhecimento de 364 dias de remição da pena por estudo, trabalho e aprovação no Enem 2025, antecipando o cumprimento do tempo mínimo exigido.

Com a decisão, ele deverá cumprir regras determinadas pela Justiça, incluindo recolhimento domiciliar durante a noite e uso obrigatório da tornozeleira eletrônica. O equipamento também precisa permanecer carregado para garantir o monitoramento.

Ademar foi preso em maio de 2024, após a morte da irmã, Djidja Cardoso, encontrada sem vida em casa. O caso deu origem à Operação Mandrágora, que investigou um suposto esquema de tráfico de cetamina. A responsabilidade pela morte de Djidja é apurada em processo separado.


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