Mulher registra cadela para votar nos EUA e paga R$ 7,6 mil por campanha contra fraude eleitoral
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| Foto: reprodução |
O caso veio à tona em outubro de 2024, quando autoridades eleitorais do condado de Orange informaram à polícia que Laura havia admitido cadastrar a cadela Maya Jean Yourex como eleitora. Segundo a investigação, ela enviou cédulas pelo correio em nome do animal nas eleições de 2021 e 2022.
Voto da cadela foi contabilizado
A cédula enviada em 2021 foi contabilizada durante o referendo que poderia destituir o então governador da Califórnia, Gavin Newsom. Já o documento enviado nas primárias de 2022 foi contestado e rejeitado pelas autoridades.
A investigação também encontrou publicações nas redes sociais em que Laura mostrava Maya com um adesivo escrito “Eu votei” e ao lado de uma cédula eleitoral. Em outra postagem, de 2024, ela exibiu documentos de votação enviados em nome da cadela, mesmo após a morte do animal.
Outdoors foram instalados contra fraudes eleitorais
Laura foi acusada de cinco crimes relacionados a fraude eleitoral e documentos falsos. Em abril de 2026, ela se declarou culpada por registrar conscientemente uma pessoa inexistente como eleitora. Como parte do acordo, as outras quatro acusações foram retiradas, e uma das acusações inicialmente considerada grave foi reduzida.
Além do pagamento, a mulher financiou quatro outdoors instalados ao longo das rodovias 55 e 22, no condado de Orange. As peças trazem a mensagem: “Não seja um cão. Fraude eleitoral é crime. Se você não pode votar legalmente, não vote”, acompanhada da fotografia de Maya.
Os anúncios devem permanecer expostos até as eleições de meio de mandato, previstas para 3 de novembro de 2026.
Após cumprir as condições estabelecidas no acordo judicial, Laura teve o caso arquivado no último dia 13, segundo a promotoria do condado de Orange.

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