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Morte de servidora do TRT em Manaus: o que se sabe e o que falta esclarecer sobre o caso

Silvanilde Ferreira foi encontrada morta no apartamento em que morava, em Manaus. — Foto: Reprodução/Facebook
Quatro dias após o assassinato de Silvanilde Ferreira, de 58 anos, servidora do Tribunal Superior do Trabalho (TRT), o caso segue cercado de mistérios. O corpo da vítima foi encontrado pela filha, no sábado (21), no apartamento onde as duas moravam, no bairro Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

Na segunda-feira (23), Stephanie Veiga, filha da servidora, prestou depoimento à polícia, e fez apelo para que o culpado da morte da mãe seja encontrado. O caso está sendo investigada pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

O corpo de Silvanilde foi enterrado nessa terça-feira (24), durante cerimônia realizada no Cemitério Recanto da Paz, em Iranduba (distante 25 quilômetros de Manaus).

Veja abaixo o que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre a morte da servidora:

  1. Onde e como ela foi morta?
  2. O autor do crime roubou objetos do apartamento?
  3. Quem tinha acesso ao apartamento?
  4. Onde a filha estava no momento do crime?
  5. Alguém já foi preso?
  6. Quem são os suspeitos do crime?

Onde e como ela foi morta?

A servidora foi morta dentro do próprio apartamento, na Ponta Negra, bairro de alto padrão situado na Zona Oeste de Manaus. De acordo com agentes do Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC), a vítima foi golpeada com 12 facadas, em um único cômodo da casa.

Em depoimento à polícia, a filha da vítima contou que encontrou a mãe deitada de bruços em uma poça de sangue, por volta das 22h20 de sábado.

O autor do crime roubou objetos do apartamento?

Ainda durante o depoimento, Stephanie contou que não havia sinais de arrombamento e nenhum objetivo havia sumido do apartamento, apenas o celular da mãe.

A versão foi confirmada pela perícia, que não encontrou sinais de que o autor do crime tenha tentando roubar pertences do apartamento.

Quem tinha acesso ao apartamento?

Apenas Stephanie e Silvanilde. Segundo a polícia, o imóvel possui fechadura eletrônica que permitia acesso ao imóvel apenas com as digitais da mãe e da filha.

Já para entrar no condomínio, qualquer morador pode enviar um QR Code ao visitante para liberar o acesso na portaria do prédio.

Onde a filha estava no momento do crime?

A jovem informou que estava passeando com o namorado, no momento do crime. Por isso, segundo o depoimento, ela pediu para que o porteiro fosse até a casa delas, ter notícias da mãe. Elas duas moravam há cerca de dez anos no apartamento.

Alguém já foi preso?

Até o momento, a Polícia Civil ainda não prendeu ninguém envolvido no crime.

Quem são os suspeitos do crime?

Até o momento, a polícia ainda não divulgou nenhuma informação sobre suspeitos ou linha de investigação em torno do assassinato da servidora. Por meio da assessoria, a DEHS tem afirmado que está apurando o caso, mas que não pode passar maiores detalhes para não comprometer as investigações.

Mais de dez pessoas, entre vizinhos, a filha e o síndico do condomínio, já foram ouvidas pela polícia. O registro do circuito interno de câmera de segurança do condomínio também já foi entregue à equipe de investigação.

Miniatura da versão das 01h03min de 24 de abril de 2015

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