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Justiça faz força-tarefa para encontrar Carlinhos “Mendigo”, ex-Pânico

 

Reprodução

A Justiça está fazendo uma força-tarefa para descobrir o paradeiro de Carlinhos Mendigo. O ex-integrante do Pânico é procurado por conta do não pagamento da pensão alimentícia do filho, fruto do relacionamento com Aline Hauck, e também por um crime de homofobia, ligado a um discurso de ódio voltado à Thammy Miranda.

De acordo com Gabriel Perline, colunista do IG, o Ministério Público de São Paulo vem sendo pressionado para encontrar Carlos Alberto da Silva, o Mendigo. Os oficiais teriam batido na porta da Jovem Pan, onde o humorista trabalhou até 2017, e em outros dois apartamentos de luxo.

Entretanto, os promotores não teriam ido à sede da Record, onde o ex-Pânico esteve empregado pela última vez. Em 2018, o comediante participou da série Bola, Vai no Meu Lugar?, que foi lançada pela PlayPlus.

Aline Hauck, ex-namorada de Carlos Alberto da Silva, acusa o humorista de não pagar pensão ao filho deles - Reprodução/Instagram


Pensão

Carlinhos Mendigo tem uma dívida de pensão alimentícia, desde 2013, com Aline Hauck, mãe de seu filho, de mais de R$ 100 mil. Em 2020, o humorista falou que não ia pagar a dívida e ainda ameaçou a mulher:

“Cada dia que passa, mais eu entendo o goleiro Bruno (…) Aqui para a Justiça brasileira, só fodem a vida do meu filho (…) Deveria fazer igual o goleiro Bruno fez, mas a gente tem que só falar, e falar pode, né… e às vezes fazer também, porque com seis anos você tá na rua. (…) Querem a graninha da pensão? Espera aí sentadinha!”, disparou.

Crime de homofobia

Em 2020, o humorista foi processado por homofobia após discurso de ódio voltado para Thammy Miranda, após o filho de Gretchen ter sido contratado para uma campanha do Dia dos Pais.

“Prefiro ser órfão do que ser adotado por uma mulher operada que se passa por homem, para ter o privilégio de adotar uma criança. Prefiro ser também órfão, do que ser criado por um homem operado se passando também por mulher para querer ser mãe”, escreveu Mendigo, que foi denunciado por Agripino Magalhães, ativista da Aliança Nacional LGBTI+ e suplente de deputado, e teve a queixa formalizada pelo MPSP.








Metrópoles*

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