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Empresária Cileide Moussallem desmente fake news sobre a própria morte

A empresária Cileide Moussallem, presidente do Portal e TV CM7 Brasil foi alvo de Fake News na noite desta quinta-feira (8), após um portal de notícias local afirmar que ela teria morrido em um acidente de trânsito em Fortaleza. 

Depois que fake news foi disparada em vários grupos de aplicativos por mensagem, a empresária precisou gravar um vídeo desmentindo a própria morte que além de ter sido noticiada, veio acompanhada com mais outra informação falsa sobre uma suposta traição. 

Veja vídeo:


Nota de repúdio

Em nota, a Associação Brasileira de Blogs e Portais (ABRABP), presidida pela empresária Cileide Moussallem, informou que acionará a justiça a fim de tomar medidas cabíveis de investigação para punir os responsáveis pela disseminação da fake news.

Confira na íntegra:

Fake news é crime

No Brasil, o Código Penal prevê três configurações de crimes ligados a boatos e mentiras, os chamados crimes de honra. São eles: calúnia, difamação e injúria.

Calúnia: Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime. Pena: detenção de seis meses a dois anos e multa.

Difamação: Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação. Pena: detenção de três meses a um ano e multa.

Injúria: Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro. Pena: detenção de um a seis meses e multa.

Todos têm penas semelhantes, e a detenção menor que quatro anos pode ser convertida em cesta básica e outros serviços.

Então, isso quer dizer que, de acordo com o Código Penal, um boato sobre alguém, por exemplo, pode ser considerado crime contra a honra.

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