Professores aceitam reajuste inicial de 8% e voltam as aulas nesta segunda-feira (5) no Amazonas
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Foto: Reprodução/Instagram/Sinteam |
A categoria fez uma greve e estava lutando por um aumento de 25% de seus salários, entretanto, tiveram que concordar com 15,19% oferecidos pelo governador, que deve ser pago com 8% de reajuste imediato, e dividindo mais 3% para outubro deste ano, e 4,19% para maio de 2024.
Apesar das negociações, Wilson Lima tentou diminuir a importância da reivindicação dos profissionais da Educação, atrelando a greve a um movimento com mero interesse político, durante coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (1°).
“A última reunião durou seis horas. Fomos até o limite do que era possível por parte do Estado. Houve uma negativa do sindicato. Percebemos um movimento político que tomou conta desse grupo que diz representar os professores. Todos os que fazem parte desse movimento são ligados a questões políticas partidárias. Tem gente que foi candidato ou trabalha para político. Então, para eles, é positivo quanto mais tempo estiverem na mídia, promovendo a própria imagem”, afirmou Lima.
Os professores também pedem o enquadramento vertical (por titularidade) de imediato, além do enquadramento horizontal (por tempo de serviço) condicionado a estudo de impacto de folha para 2024. Além da formação de uma comissão para revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) com garantia da participação dos representantes dos trabalhadores e do calendário de reposição com a participação dos trabalhadores.
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