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Produto químico usado em piscina é investigado após morte de professora e deixar dois em estado grave

Foto: reprodução 

A Vigilância Sanitária interditou, neste domingo (8), a academia onde a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, passou mal e morreu durante uma atividade aquática na zona leste da capital paulista. O local operava sem alvará de funcionamento. Além da vítima, o marido dela e um adolescente de 14 anos seguem internados em estado grave.

De acordo com a Polícia Civil, a principal suspeita é de que houve intoxicação causada por produtos químicos usados na limpeza da piscina. Durante a perícia, foi encontrado um recipiente contendo cerca de 20 litros de uma substância ainda não identificada, que foi recolhida e encaminhada para exames laboratoriais.

Possível reação química contaminou o ambiente

As investigações preliminares indicam que o produto pode ter provocado uma reação química capaz de liberar gases tóxicos no ambiente fechado da academia. Os peritos também apuram se a substância foi despejada diretamente na água da piscina.

Por precaução, os profissionais que atuaram na perícia precisaram utilizar equipamentos de proteção individual, incluindo máscaras e cilindros de oxigênio. No total, cinco pessoas apresentaram sintomas compatíveis com intoxicação: uma morreu, duas permanecem em estado grave e outras duas já receberam alta médica.

Mal-estar interrompeu a aula

O incidente aconteceu no sábado (7). Segundo relatos, Juliana e o marido perceberam um cheiro forte e um gosto incomum na água da piscina e decidiram encerrar a aula. Algumas horas depois, a professora teve piora no quadro clínico e sofreu uma parada cardíaca. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu.

A administração da academia informou, em nota, que prestou assistência imediata aos alunos e que está colaborando com as autoridades. A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do caso e a responsabilidade pelo uso e manuseio inadequado dos produtos químicos.

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