Réus do Caso Débora serão julgados por morte brutal de grávida em Manaus
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| Foto: Reprodução |
Os réus Gil Romero Machado Batista e José Nílson Azevedo da Silva serão submetidos ao Tribunal do Júri por crimes como feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáver, violência doméstica e aborto provocado sem consentimento da vítima.
O assassinato aconteceu em julho de 2023 e chamou atenção da população pela violência relatada durante as investigações conduzidas pelas autoridades. Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o caso envolve circunstâncias consideradas extremamente cruéis.
O julgamento será realizado no Fórum Ministro Henoch Reis, em Manaus. Durante a sessão, acusação e defesa deverão apresentar testemunhas, provas e argumentos antes da decisão dos jurados.
A Justiça já havia decidido anteriormente que existiam elementos suficientes para levar os investigados a júri popular, entendimento que foi mantido após recursos apresentados pelas defesas.
Ao todo, mais de 20 testemunhas devem participar do julgamento. O número acima do previsto normalmente foi autorizado devido à complexidade do processo e à quantidade de crimes atribuídos aos acusados.
Desde que veio à tona, o Caso Débora mobilizou familiares, movimentos sociais e organizações ligadas à defesa das mulheres, tornando-se um dos episódios de maior repercussão criminal recente no Amazonas.

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