Virada Feminina reúne mais de 500 mulheres em caminhada contra a violência e o feminicídio em Manaus
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| Foto: divulgação |
A caminhada levou às ruas uma mensagem de união, proteção e defesa da vida das mulheres. O movimento destacou que, mesmo após duas décadas da criação da legislação, a violência contra as mulheres continua sendo um grave problema social que exige mobilização permanente e políticas públicas mais efetivas.
O ato reuniu mulheres de diferentes setores da sociedade, lideranças femininas, representantes de organizações e movimentos sociais. Entre as participantes estavam Cileide Moussallem, liderança da Virada Feminina do Amazonas; Dra. Shádia e Isabelle Fontenele, do Avante Mulher; Dra. Adriane Magalhães; Mara Lima, diretora e vice-presidente da Virada Feminina; Pastora Aimê, da Igreja Megareino; Tetê Moussallem, diretora-presidente da empresa Magnific; e a influenciadora Isadora Aurora.
Durante a caminhada, Cileide Moussallem utilizou o carro de som para reforçar a importância da união entre as mulheres, da denúncia de casos de violência e do acolhimento às vítimas. Segundo a organização, a mobilização também defendeu o fortalecimento de políticas públicas voltadas à prevenção da violência e à proteção das mulheres.
Ao lembrar os 20 anos da Lei Maria da Penha, as participantes destacaram que a data representa não apenas uma conquista histórica, mas também um momento de reflexão sobre os desafios que ainda persistem no combate à violência doméstica e ao feminicídio.
A mensagem central da Caminhada da Vida foi de que a luta pela proteção, segurança e respeito às mulheres deve continuar. Para as organizadoras, a mobilização social permanece essencial enquanto mulheres continuarem sendo vítimas de violência, ameaças e feminicídio.


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