Virada Feminina reúne mais de 500 mulheres em caminhada contra a violência e o feminicídio em Manaus - Mix de Notícias

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Virada Feminina reúne mais de 500 mulheres em caminhada contra a violência e o feminicídio em Manaus

Foto: divulgação
A iniciativa da presidente da Virada Feminina do Amazonas, Cileide Moussallem, reuniu mais de 500 mulheres na Zona Leste de Manaus nesta sexta-feira (7), durante a Caminhada da Vida, um ato de mobilização contra a violência doméstica, familiar e o feminicídio, em alusão aos 20 anos da Lei Maria da Penha.

A caminhada levou às ruas uma mensagem de união, proteção e defesa da vida das mulheres. O movimento destacou que, mesmo após duas décadas da criação da legislação, a violência contra as mulheres continua sendo um grave problema social que exige mobilização permanente e políticas públicas mais efetivas.

O ato reuniu mulheres de diferentes setores da sociedade, lideranças femininas, representantes de organizações e movimentos sociais. Entre as participantes estavam Cileide Moussallem, liderança da Virada Feminina do Amazonas; Dra. Shádia e Isabelle Fontenele, do Avante Mulher; Dra. Adriane Magalhães; Mara Lima, diretora e vice-presidente da Virada Feminina; Pastora Aimê, da Igreja Megareino; Tetê Moussallem, diretora-presidente da empresa Magnific; e a influenciadora Isadora Aurora.

Durante a caminhada, Cileide Moussallem utilizou o carro de som para reforçar a importância da união entre as mulheres, da denúncia de casos de violência e do acolhimento às vítimas. Segundo a organização, a mobilização também defendeu o fortalecimento de políticas públicas voltadas à prevenção da violência e à proteção das mulheres.

Ao lembrar os 20 anos da Lei Maria da Penha, as participantes destacaram que a data representa não apenas uma conquista histórica, mas também um momento de reflexão sobre os desafios que ainda persistem no combate à violência doméstica e ao feminicídio.

A mensagem central da Caminhada da Vida foi de que a luta pela proteção, segurança e respeito às mulheres deve continuar. Para as organizadoras, a mobilização social permanece essencial enquanto mulheres continuarem sendo vítimas de violência, ameaças e feminicídio.


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