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Doença de Haff: Saúde atualiza cenário de rabdomiólise no Amazonas

 

Foto: divulgação

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto, emite um novo informe epidemiológico, nesta quarta-feira (19), em relação ao cenário de rabdomiólise para doença de Haff no Amazonas, no período de janeiro a setembro deste ano.

No Amazonas, dos 105 casos notificados, 100 são compatíveis com doença de Haff, correspondendo a pessoas residentes em Itacoatiara (60), Manaus (19), Careiro da Várzea (4), Manacapuru (3), Parintins (3), Itapiranga (2), São Sebastião do Uatumã (2), Borba (2), Urucurituba (2), Tabatinga (1), Boa Vista do Ramos (1) e Codajás (1).

Sete casos compatíveis com a doença estão internados, dos quais 3 em Manaus (sendo 1 residente de Codajás que foi transferido para a capital) e 4 em Itacoatiara.

O documento está disponível em: https://bit.ly/3Tv87Uo.

A rabdomiólise é uma síndrome que pode ocorrer em função de agravos diversos, como traumatismos, atividades físicas excessivas e infecções, ou ainda devido ao consumo de álcool e outras drogas.

Quando associada ao consumo de peixes com toxinas, a síndrome é denominada doença de Haff. Os sinais e sintomas mais frequentes, entre os casos compatíveis, são: mialgia, mal-estar, náuseas, fraqueza muscular, dor abdominal, vômito e urina escura.

A FVS-RCP destaca que toda a rede de saúde, incluindo unidades privadas e públicas, da capital e interior, está orientada para realizar atendimento de casos suspeitos de rabdomiólise.





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