Mulher suspeita de envolvimento na morte de investigador é presa em Manaus
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| Foto: reprodução |
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A prisão de Mayara decorre dos desdobramentos de um tiroteio registrado no Prosamim do Alvorada. Na ocasião, equipes do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc) monitoravam uma transação ilícita de entorpecentes desde as primeiras horas da madrugada, culminando em uma tentativa de interceptação no endereço.
Durante a aproximação das equipes para a abordagem, os suspeitos abriram fogo contra os policiais, gerando um intenso intercâmbio de tiros. O investigador Luciano Carvalho de Sena acabou sendo atingido no pescoço durante o revide. Os próprios colegas de farda prestaram o socorro imediato, encaminhando-o a uma casa de saúde, mas o policial veio a óbito em decorrência da gravidade da lesão.
Linha de investigação e próximos passos
A participação exata de Mayara na dinâmica criminosa ainda não foi detalhada pelas autoridades policiais. A hipótese central é de que ela tenha dado suporte operacional, auxiliado na logística da quadrilha ou acobertado os criminosos que estiveram presentes no confronto. O grau de envolvimento individual será esmiuçado ao longo da instrução policial.
Em paralelo à prisão, as forças de segurança mantêm as buscas para capturar os demais foragidos da facção criminosa. Durante a fuga, o grupo abandonou uma caminhonete Volkswagen Amarok crivada de balas. Registros de câmeras de segurança flagraram o momento em que um homem e uma mulher abandonam o veículo a pé, com indícios de terem embarcado em outro automóvel para escapar da área.
A análise de vestígios periciais, imagens de monitoramento e o depoimento de testemunhas seguem como prioridade na DEHS para responsabilizar todos os envolvidos. O falecimento do investigador mobilizou o aparato de segurança pública do estado, e novas capturas são esperadas com o avanço das diligências.


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